terça-feira, 7 de janeiro de 2014

5 idosos que fazem coisas que muitos jovens não chegam perto de conseguir

 

Adoramos ver crianças e adolescentes descobrindo seu lugar no mundo de forma precoce e muito talentosa. Mas temos o outro extremo, de pessoas que viveram uma vida toda, e que, por diversos motivos externos, não fizeram coisas que realmente sonhavam. Mas viram que nunca é tarde para começar.
A pessoa mais nova dessa lista tem ‘apenas’ 63 e o mais velho 103 anos. Conheça e inspire-se com essas 5 grandes pessoas:
1. Hal Lasko, 97 anos, faz obras de arte incrivelmente lindas usando o Paint.
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Em uma época em que o uso do software é ensinado antes de ensinar a desenhar, esse designer gráfico e tipógrafo nos dá uma bela lição. Ele faz pinturas com uma gama grande de detalhes usando uma ferramenta que muitos de nós abandonamos (e alguns abominam): o Microsoft Paint do Windows 95. Ele pinta um a um as cores em formato 8-bits, com ajuda do zoom ao máximo, pois tem sérios problemas de visão, mas tomando muito cuidado com luz e sombra dos desenhos. Ah, se quiser comprar alguma obra de arte dele, visite o site dele aqui.
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2. Margaret Leigh-Jones, 91 anos, DJ mais velha da Grã-Bretanha.
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Essa simpática senhora tem um programa de músicas antigas em uma rádio local de Hampshire, na Grã-Bretanha. Ela conta que entrou por acaso no mundo das rádios, antes apenas atendia telefonemas, e ouvia as histórias dos ouvintes, incluindo desilusões amorosas, histórias de guerra, e por ser muito simpática com os ouvintes, foi convidada a ter um programa próprio, onde ela toca músicas antigas que as rádios atuais não tocam mais, “Nem todo mundo quer ouvir os hits mais recentes, como One Direction, disse ela em entrevista ao jornal The News. Margaret ainda diz que se considera uma aprendiz, e os próprios ouvintes a avisam quando algo sai errado. Ela diz que o clima de trabalho é bom e que já fez muitos amigos – “o trabalho mudou minha vida”.
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3. Jim Henry, aprendeu a ler com 91 e publicou um livro aos 98 anos.
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Ele teve que largar a escola muito cedo para trabalhar e ajudar a família no sustento: aos 18 anos se mudou para Stonington Borough (EUA) e se tornou capitão de um navio de pesca de lagosta. Ao longo dos anos foi escondendo seu analfabetismo com truques do tipo fazer o mesmo pedido da mesa ao lado nos restaurantes. A única coisa que conseguia reconhecer eram as letras que formavam seu nome, mas tudo mudou quando conheceu a história do neto de escravos, que aprendeu a ler e a escrever aos 98 anos, e ainda conseguiu um diploma.



Jim então começou a ver livros para principiantes, aprender as letras do alfabeto, e rapidamente começou a formar as primeiras palavras, e sete anos depois publicou seu primeiro livro chamado “In a Fisherman’s Language”, uma auto-biografia, onde conta suas aventuras durante décadas de trabalho no mar. Ele, infelizmente, faleceu no início desse ano, mas teve a felicidade de ver seu livro publicado e de autografá-lo a todos que pediam. Com certeza deixou um grande legado, e um aprendizado inigualável para todos nós.
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4. Mary Hvisda, 63 anos, toca bateria incrivelmente bem.
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“Grandma Drummer” é como ela foi carinhosamente apelidada, depois que entrou em uma loja em  Wisconsin (EUA) e foi filmada arrebentando na bateria e deixando muito marmanjo pra trás. Ela disse que começou a tocar aos 15 anos, e seguiu em bandas até meados dos anos 90, quando acabou desistindo por não ter mais banda para tocar, e posteriormente vendeu sua última bateria. Mas sua paixão nunca acabou, ela adora ir nas lojas de instrumentos musicais e tocar um pouco para matar a saudade, e sai satisfeita. Mas como a filmaram, e seu vídeo viralizou na internet, ela ganhou notoriedade e o dono da loja do vídeo em questão acaba de presenteá-la com um conjunto de baterias eletrônicas. Vejam só o som que essa vovó tira na batera:

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5. Fauja Singh, de 102 anos, é maratonista, e não imagina a vida sem treinar.
Em uma idade em que poucas pessoas chegam e ainda mais com essa disposição, o indiano Fauja se tornou bastante conhecido mundialmente, quando, aos 100 anos de idade disputou a maratona de Toronto, no Canadá – 42km percorridos em pouco mais de 8 horas. Mas quem acha que ele é corredor desde sempre, se engana, já que ele teve um problema de nascença que o impediu de andar até os cinco anos de idade, e só descobriu a maratona nos anos 2000, quando perdeu sua esposa e um dos filhos e se mudou para a Inglaterra, onde encontrou na corrida uma forma de ‘trazê-lo’ de volta à vida, fazendo-o esquecer dos traumas e tristezas. Segundo Fauja, isso lhe trouxe uma paz de espírito inabalável: “Quando me vi correndo, foi como conhecer o próprio Deus. Continuo correndo desde então”.  Testes médicos feitos quando ele tinha 99 anos de idade, mostrou que clinicamente ele tinha a saúde de um homem de 40. O segredo? Humor. “A vida é um desperdício sem humor – o que preciso para viver é felicidade e alegria.”
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No vídeo abaixo, o indiano fala aos jornalistas que não vai mais disputar maratonas, mas vai continuar treinando normalmente, correndo 16km diariamente:

Depois de ver essas 5 fabulosas histórias, fica aqui encerrado qualquer argumento de que você está velho demais para fazer algo, ou que não tem disposição porque “já passou dos 30″. E que tenhamos um pouco dessa gana de viver e aprendamos o que essas pessoas mostraram pra gente.

 
YARPP
                
  

 






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    Cinco assuntos para discutir com seus pais idosos.....

     
     
    O que é melhor para um idoso? Você sabe o que seus querem para o futuro? Permanecer em casa, com cuidadores, ou se mudar para uma instituição? O que devemos fazer para que eles não caiam na conversa de golpistas? Estes e outros assuntos são muito delicados, mas uma conversa franca com eles é extremamente necessária neste momento que seus pais envelheceram. Se não for com os próprios idosos, são alguns temas que devem ser discutidos entre os familiares para garantir a qualidade de vida de todos os envolvidos. Portanto, listo algumas situações que devem ser consideradas:
    Opção de moradia – Será que seus pais querem permanecer em sua residência atual? Será que preferem se mudar para uma menor ou viver em um condomínio com mais segurança? Gostariam da ajuda de cuidadores? Discuta o que eles preferem, principalmente, se precisarem de maior assistência com as atividades da vida diária. Ou no caso extremo, de falta de mobilidade ou necessidade de cuidados médicos, talvez também possam discutir sobre assistência domiciliar ou a mudança para uma instituição.
    Evitar o crime e a fraude – Infelizmente, os idosos são um alvo fácil para os criminosos. Golpes e métodos antiéticos de vendas destinadas às pessoas mais velhas podem causar graves prejuízos financeiros. Idosos que foram vítimas sentem vergonha de discutir o incidente. Então, trazer à tona o assunto é fundamental para que eles se sintam mais próximos dos filhos e mais tranquilos para abordar o assunto.
    Manter atividades saudáveis – Não importa o estado de saúde, sempre existe alguma forma de exercício que o idoso possa fazer (mesmo que sentado em uma cadeira). Estudos mostram que atividades regulares contribuem para um envelhecimento saudável. Encoraje os seus entes queridos a adicionarem mais exercícios em seu cotidiano.

    Modificando a moradia – Quais os reparos e modificações poderiam ser realizados em sua casa para segurança e conveniência dos idosos? É também um tema delicado para conversar, pois é difícil admitir que sua mobilidade não é mais a mesma e que vai precisar de adaptações para não sofrer quedas, por exemplo. Por isso é bom deixar claro que as mudanças são para a própria segurança. A família e os cuidadores devem estar atentos para que não existam objetos soltos no caminho. Tapetes, fios elétricos, mesinhas são os mais comuns. Outro ponto que poucas famílias se atentam é a instalação de luzes noturnas nos ambientes que facilitem a movimentação dos idosos. Faça um tour de prevenção em sua casa, olhe para as situações e condições que podem ser perigosos ao se deslocar de um lugar para outro.
    Ocupe a mente e evite a depressão – Atividades que estimulam o cérebro de uma nova maneira são especialmente eficazes. Estimule seus pais a manterem o cérebro conectado. Matricule-os numa escola para aprender outro idioma, tocar um novo instrumento, ou melhorar seus conhecimentos de informática… Nunca é tarde demais para aprender. Pesquisas recentes confirmam que manter a mente sempre ativa e passar mais tempo com outras pessoas promovem a saúde cerebral e deixam o sistema imunológico mais forte e melhoram o humor.
     

     

    Mulheres idosas passam até dois terços do dia sentadas


     
    Mulheres mais velhas são fisicamente inativas durante dois terços do tempo em que passam acordadas, de acordo com uma nova pesquisa conduzida pelo Brigham and Women’s Hospital. Entretanto, isso não significa que elas ficam todo esse tempo paradas. Os resultados do estudo foram publicados dia 18 de dezembro no Journal of the American Medical Association.
    O estudo incluiu mais de 7.000 mulheres com idade média de 71 anos. Durante quase sete dias, elas usaram dispositivos chamados acelerômetros, que medem a quantidade de movimento que você faz durante o dia.
    No entanto, o dispositivo não pode dizer se alguém está em pé ou sentado, apenas se ela está em movimento ou não. As mulheres usavam os aparelhos durante o tempo em que passaram acordadas – aproximadamente 15 horas por dia.
    Em média, as participantes eram fisicamente inativas em 65,5% do dia, o equivalente a 9,7 horas em média.
    Além disso, as mulheres se movimentavam numa média de nove vezes por hora. Uma ruptura no sedentarismo (inatividade) tinha de incluir pelo menos um minuto de movimento, de acordo com o estudo.
    As mulheres mais velhas e acima do peso tiveram um comportamento mais sedentário, com períodos inativos mais longos.
    Segundo os pesquisadores, é preciso entender se ficar sentado por cinco, 10 ou 30 minutos significar algo diferente para a saúde.
    Eles afirmam também que o término da rotina de cuidar dos filhos e a aposentadoria contribuem para a inatividade. Os cientistas recomendam ter um plano de atividade para o envelhecimento, pois é necessário se encontrar em outras atividades para esse ponto da vida.
    Veja como envelhecer com saúde
    Os pés para o alto e a cabeça desocupada, observando o tempo passar, estão longe da rotina atual de quem se aposenta. Hábitos mais saudáveis, aliados aos avanços da medicina, derrubam os limites físicos que caracterizavam o envelhecimento.
    E exigem um plano capaz de afastar a ociosidade e problemas relacionados a ela, como a depressão e a ansiedade.
    “A rotina é deixada de lado com a aposentadoria, mas é hora de alimentar projetos pessoais e até investir em uma guinada profissional”, afirma o especialista em gerontologia Diego Miguel, do Centro de Referência do Idoso (CRI-Norte), em São Paulo.
    Estresse, gastrite e até descontrole da glicemia são outros males que aparecem nesta fase – principalmente, nos casos em que a falta de um projeto abala a autoestima do idoso, explica a geriatra da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Silvia Pereira.
    Os especialistas dão dicas para quem está ganhando horas livres e precisa descobrir o que fazer com elas.
    Frequente bailes
    Dançar na terceira idade não é só uma maneira divertida de mexer o corpo. Habilidades como força, ritmo, agilidade, equilíbrio e flexibilidade também são desenvolvidas e trazem bem-estar e saúde aos idosos.
    Quando dançam, eles fazem um esforço maior para memorizar a sequência dos passos e precisam se concentrar para não invadir o espaço do parceiro, conclui um estudo recente da Unicamp, em São Paulo. Além disso, se lembram de experiências e sensações vividas no passado, quando a música os remete à juventude.
    Aprimore dons artísticos
    Estudar música na maturidade, segundo estudo da PUC-SP, estimula funções neurológicas relacionadas às ações motoras, linguísticas e sensoriais, geralmente prejudicadas com o passar do tempo, e ainda melhora a autoestima.
    Isso sem esquecer que muitos idosos, mesmo após a aposentadoria, continuam sustentando a família – a situação é comum a cada 3 entre 10 aposentados brasileiros, de acordo com dados do IBGE. Diversos centros de convivência oferecem cursos de artesanato que podem se transformar em fonte de renda.
    Viaje
    Além de conhecer novos lugares e culturas, a viagem é chance para lidar com pessoas diferentes e fugir à rotina.
    Uma das reclamações comum entre os idosos é que as pessoas ao redor têm pouco tempo para eles – excursões regulares, nem que seja para regiões próximas, favorecem novos relacionamentos.
    Pratique atividades físicas
    O hobby proporciona o aumento do círculo social e ainda traz melhorias à saúde. No entanto, o grupo que aproveita essas vantagens ainda é pequeno: apenas 10% das pessoas com mais de 65 anos realizam de 2,5 a 5 horas de exercícios por semana, recomendação do Centro Médico da Universidade de Rush, de Chicago (EUA).
    Agite a vida cultural
    Existe uma série de políticas públicas que incentivam a visita de aposentados a espaços culturais: cinemas e teatros cobram meia-entrada, enquanto alguns museus e pinacotecas até abrem mão do pagamento do ingresso.
    Os passeios valem como forma de acompanhar os mais jovens e também como alternativa para ocupar as tardes de maneira independente, afinal um bom filme é sempre boa companhia.
    Dedique experiência
    O voluntariado é uma atividade que exige paciência, conhecimento e dedicação, atributos desenvolvidos com o tempo. Transmitir o conhecimento e a experiência acumulados a outras pessoas melhora a autoestima do idoso.
    As atividades ainda estimulam a atualização e a busca de novidades em temas de que o idoso gosta, trabalhando a memória.
    A assistente social Andreia Cristiane Magalhães, do Centro de Referência do Idoso, também lembra que o voluntariado é uma atividade que lhe permite passar todo seu conhecimento e experiência de vida a outras pessoas. Além disso, a mente permanecerá ativa e o círculo social também agradecerá.
    Invista em uma faculdade
    Cursos superiores direcionados aos mais velhos são cada vez mais comuns – uma atividade que ainda favorece o convívio com pessoas diferentes, interessadas nos mesmos assuntos.
    Para facilitar, estes cursos contam com carga horária flexível e, em muitas instituições, são gratuitos ou cobram mensalidade simbólicas.

    Publicado por em 29, dez , 2013 em  Envelhecimento, Gerontologia, Idoso
     http://coisadevelho.com.br/?p=13024#ixzz2piRmboDp